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domingo, 26 de fevereiro de 2012

TURISMO OU VERANISMO? TURISTA OU VERANISTA?


Péppe De Paula fotografando turismo...
Olá amigos, 

Hello friends,

No texto dessa semana vou tentar abordar um assunto que constantemente visualizo nas várias comunidades do facebook, principalmente nessa época do ano em que as  praias do Litoral Norte Paulista ficam infestadas e todos, alguns até exacerbadamente , criticam a massa humana que aqui vem passar suas festas e férias de verão.

In the text of this week I will try to address a subject that I constantly see in the various communities of facebook, especially at this time of year when the beaches of the North Coast of São Paulo are infested and all, some even exacerbated, criticize the human mass that comes here to spend their holidays And summer vacation.

A ótica e entendimento desse fenômeno migratório em busca de sol e mar é extremamente complexa e explicável, porém no meu entendimento um fenômeno sem muita qualidade turística, sustentavelmente falando, principalmente porque o perfil do público alvo está  mais para o veranista do que o turista, o que vou tentar mostrar nesse texto.

The view and understanding of this migratory phenomenon in search of sun and sea is extremely complex and explicable, but in my understanding a phenomenon without much tourism quality, sustainably speaking, mainly because the profile of the target audience is more for the vacationer than the tourist, Which I will try to show in this text.

Segundo Moesch (2002), o primeiro registro da palavra TURISMO aparece em 1800 no dicionário OXFORD de inglês , segundo o qual TURISMO é a "teoria e prática de viajar, deslocar-se por prazer". Sabe-se que a palavra TURISMO tem influência francesa o que comprova que  o termo utilizado atualmente deriva de raízes europeias. Para Hermann Von Schattenhofen apud Moesch (2002, p.10) "turismo é o conceito que compreende todos os processos , especialmente os econômicos , que se manifestam na chegada, na permanência e na saída do turista de um determinado município, país ou estado".

According to Moesch (2002), the first record of the word TOURISM appears in 1800 in the English OXFORD dictionary, according to which TOURISM is the "theory and practice of traveling, traveling for pleasure". It is known that the word TOURISM has French influence which proves that the term used today derives from European roots. For Hermann Von Schattenhofen apud Moesch (2002, p.10) "tourism is the concept that includes all the processes, especially the economic ones, that manifest themselves in the arrival, the permanence and the exit of the tourist of a certain municipality, country or state" .

Já a OMT (Organização Mundial do Turismo), diz o seguinte: "...O Turismo inclui tanto o deslocamento e as atividades realizadas pelas pessoas durante suas viagens e estadas , bem como, as relações que surgem entre eles, em lugares distintos de seu ambiente natural, por um período de tempo consecutivo inferior a um ano e mínimo de 24 horas (pernoite no destino) , principalmente com fins de lazer , negócios e outros (OMT,2003)".

The World Tourism Organization (WTO) says: "... Tourism includes both the travel and the activities carried out by people during their travels and stays, as well as the relationships that arise between them, in places other than Its natural environment, for a consecutive period of less than one year and a minimum of 24 hours (overnight stay), mainly for leisure, business and other purposes (OMT, 2003). "

É óbvio que existem muitas outras definições, muitos outros estudos, artigos e publicações, mas analisando as epistemologias  acima, podemos dizer que elas não explicam, nem definem onde estes deslocamentos e atividades tem estada, pois fala-se em estadas que numa primeira observação podem ser em hotéis, pousadas e ao meu ver as famigeradas casas de veraneio, onde começa a minha crítica e observação.

It is obvious that there are many other definitions, many other studies, articles and publications, but analyzing the epistemologies above, we can say that they do not explain or define where these displacements and activities have been, since it is spoken in stays that in a first observation can Be in hotels, inns and in my view the notorious holiday homes, where my criticism and observation begins.


Mas TURISMO é:

But TOURISM is:

Hospitalidade...
Banco de imagens Google.

Contemplação e tranquilidade...
Banco imagens Google

Gastronomia...
Banco de Imagens Google




A&B (Alimentos & Bebida)...
Banco imagens Google




























E muito, muito mais... 

Agora o VERANISMO...

And much, much more ... 

Now the VACATION...


É interessante deixar registrado aqui, além da minha opinião e interpretação dos termos VERANISMO, VERANISTA, a OMT os define como viajantes turistas, pois pernoitam no local, o que eu não concordo. Na verdade nas pesquisas virtuais existem muito poucas menções sobre essas duas palavras, no entanto elas são conhecidas fora do nossas fronteiras e consequentemente corroboram com os mesmos impactos na sustentabilidade do turismo.

It is interesting to register here, besides my opinion and interpretation of the terms VERANISMO (VACATION - SUMMER SEASON), VERANISTA (VACATIONER), the WTO defines them as tourists travelers, because they stay overnight, which I do not agree with. Indeed in virtual surveys there are very few mentions about these two words, however they are known outside our borders and consequently corroborate with the same impacts on the sustainability of tourism.
Praia Martin de Sá lotada - Caraguatatuba
Banco de Imagens Google
No entanto achei uma publicação muito interessante na biblioteca virtual da FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS um artigo que acompanha um pouco o meu pensamento sobre essa diferença entre TURISMO E VERANISMO, TURISTA E VERANISTA, e o explica como deveria ser explicado aos "experts" de plantão.
 (http://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/reh/article/viewFile/3545/2239)

However I found a very interesting publication in the virtual library of the GETÚLIO VARGAS FOUNDATION an article accompanying my thoughts on this difference between TOURISM AND VACATION, TOURIST AND VACATIONER, and explains how it should be explained to the experts on duty.

Transcrevo abaixo um pequeno trecho do artigo, para atiçar quem sabe a curiosidade, para um melhor entendimento da minha reflexão no texto dessa semana:

I transcribe below a small part of the article, to excite, who knows, the curiosity, for a better understanding of my reflection in the text of this week:

 ..."Ao tentar decifrar o significado desta previsibilidade e familiaridade por meio de teorias sociais do turismo, somos levados seja a descartar o veraneo como uma forma de turismo,seja a não conseguir compreender seu potencial emancipatório. Ao tomar como pressuposto a dicotomia entre casa e alhures (home andaway), na qual a casa é associada ao familiar e o alhures à novidade e ao exótico, o familiar tende a ser compreendido como tudo aquilo que o turista deixa para trás. Em um de seus escritos mais antigos sobre o assunto, Urry (1990: 2-3) argumenta que o turismo envolve o movimento de pessoas a “um novo lugar ou a novos lugares”, que logradouros turísticos são locais “fora do comum” e que há uma “clara intenção de voltar para ‘casa’”...

... "In trying to decipher the meaning of this predictability and familiarity through social theories of tourism, we are driven either to discard the summer as a form of tourism or to fail to understand its emancipatory potential. House and elsewhere (home andaway), in which the house is associated with the relative and the other to the novelty and the exotic, the familiar tends to be understood as everything that the tourist leaves behind.In one of his earliest writings on the Urry (1990: 2-3) argues that tourism involves the movement of people to "a new place or new places", that tourist places are "out of the ordinary" places and that there is a "clear intention to return to 'home'"...

Tenho sim a real intensão de separar o pragmatismo do TURISMO para a informalidade e degradação do VERANISMO. Na minha análise, VERANISMO seria o deslocamento para estadias em casas de VERANEO e VERANISTAS as pessoas que alugam ou são proprietárias dessas casas, que concordo, não deixa de ser TURISMO, no entanto esse público alvo, não se renova:

I do have the real intention of separating the pragmatism of TOURISM into the informality and degradation of the SUMMER SEASON. In my analysis, VACATIOIN would be the displacement for stays in VACATION houses and VACATIONERS the people who rent or own these houses, which I agree with, it is not TOURISM, however, this target public is not renewed:

"...Contudo, os  veraneantes exibem uma incrível fidelidade ao lugar, mesmo após perdas de status decorrente da expansão de construções. Isso sugere que uma dinâmica mais complexa está por trás da vivência do lugar..."

"... However, vacationers exhibit incredible fidelity to the place, even after loss of status due to the expansion of buildings, which suggests that a more complex dynamic is behind the experience of the place ..."

Como se vê na citação do artigo ,geralmente é constante e muitos , os que são proprietários transformam suas segundas moradias em fonte de renda, sem dúvida um negócio lucrativo, principalmente pelo aumento de poder financeiro da "nova Classe C", ávida por consumo, como mencionei em artigo anterior que vocês poderão conferir, clicando aqui no link:
(http://www.peppedepaulaturismobrazil.blogspot.com/2011/04/presente.html)

As can be seen in the quotation from the article, it is generally constant and many homeowners turn their second homes into a source of income, no doubt a profitable business, mainly because of the increase in financial power of the "new Class C", eager for consumption, As I mentioned in a previous article that you can check out by clicking here:

Congestionamento nas Estradas -Tamoios
Banco de Imagens Google
Sem me aprofundar nas estimativas, mesmo porque em nossa região não existem muitos números ou estudos concernentes a esse segmento, mas, posso fazer uma estimativa aproximada do impacto que o VERANISMO causa nas cidades em que ele é disseminado sem controle. Imaginemos apenas uma casa de veraneio, confortável, com mais de 80 m2, com garagem e boas acomodações, alugada de R$ 800,00 a R$ 2.500,00/diária, então vamos lá, imaginemos apenas 5 carros nessa garagem 4 PAX por carro = 20 pessoas que não pagam impostos em cima das hospedagens, que não comem todos os dias em restaurantes e comércios de A&B, que não ligam para o meio ambiente e etc, e se fossem 10 seriam 40...e assim geometricamente, vocês podem imaginar o que acontece na região, ou melhor vocês presenciam isso, todos os anos!!!

Without going into the estimates, even though in our region there are not many numbers or studies pertaining to this segment, but I can roughly estimate the impact that  VACATIOIN  or SUMMISM has on the cities where it is spread uncontrollably. Let's just imagine a comfortable summer house with more than 80 m2, with garage and good accommodation, rented from R$ 800.00 to R$ 2.500,00 / daily, so let's just imagine 5 cars in this garage 4 PAX per Car = 20 people who do not pay taxes on top of the accommodation, who do not eat every day in A&B (Food and drinks) restaurants and shops, who do not care about the environment and etc, and if they were 10 they would be 40 ... and so geometrically , You can imagine what happens in the region, or rather you witness it, every year !!!

Eu li  postagens nos vários grupos do facebook, onde muitas vezes sou incluído sem meu conhecimento, das reclamações constantes  em cima dos TURISTAS que para cá se deslocam todos os anos, mas que na verdade, a grande  maioria deles é VERANISTA e não TURISTA, então, o foco e explicação do texto dessa semana e espero que leve a reflexões e sirva de posicionamento para uma mudança de paradigma na busca de um publico alvo diferente, de uma direção outra para a captação desse público, além de mudanças na execução de manobras de marketing, é óbvio que para que isso aconteça é extremamente necessária a participação ativa do TRADE, dos empresários e terceiro setor que direta e indiretamente sobrevivem exclusivamente do TURISMO!!!

I read posts in the various facebook groups, where I am often included without my knowledge, from the constant complaints about the tourists who come here every year, but in fact, the vast majority of them are VACATIONERS rather than TOURIST, so , The focus and explanation of the text of this week and hopefully lead to reflections and serve as a positioning for a paradigm shift in the search for a different target audience, from another direction to capture this audience, as well as changes in the execution of maneuvers Marketing, it is obvious that for this to happen, it is extremely necessary to actively participate in TRADE, the entrepreneurs and the third sector that directly and indirectly survive exclusively on TOURISM !!!

Não posso de deixar o meu respeito àqueles que são adeptos em receber esse segmento, que discordam de minha posição como técnico e profissional e acho saudável e necessário o respeito de opiniões para que com a ajuda de cada uma delas consigamos equacionar com sustentabilidade o TURISMO de nossa região.

I can not leave my respect to those who are adept at receiving this segment, who disagree with my position as technician and professional and I think it is healthy and necessary the respect of opinions so that with the help of each one of them we can equate with sustainability the TOURISM of our region.


"Obviamente, desde que somos seres humanos, eternamente existirão algumas espécies de conflitos, rivalidades ou mesmo divergências de opiniões. Entretanto, terminantemente, jamais haver a necessidade de nutrirem-se de ódio ou mesmo matarem-se uns aos outros. "
( Daisaku Ikeda )


"Obviously, as long as we are human beings, there will always be some kind of conflict, rivalry, or even divergence of opinion, but there will never be a need to nurture or hate each other."

(Daisaku Ikeda)


Shavua tov!

Compartilhem, divulguem por favor!


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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

PARABENS JARBAS FAVORETTO!

Eu a caminho de Torino - Itália

Desta vez não deu nem uma semana, foi só citar a palavra "morte" (arghhh) no texto anterior que fiquei animado a escrever (rsrs)...E também, querendo dizer a vocês leitores que estou disponível para PALESTRAS, TREINAMENTOS, CONSULTORIAS, CURSOS e etc, nas áreas descritas no meu perfil do Blog, garanto que são bem descontraídas e divertidas, é só ligar ou contatar nas coordenadas abaixo do meu logo. 

Mas vamos lá...

Foi um dia rápido hoje, de muitas coisas a resolver e de muito trabalho, a rotina pública, mas que hoje foi bem produtiva, pois me sinto muito feliz quando produzo, crio, tenho as chances de pesquisar, aprender, e depois em casa, terminando meu dia com mais trabalho, começando uma consultoria em FRANCÊS, "oui, je parle Français trés bien" ...rsrs...Lá no começo desse blog, publiquei alguns dos meus textos em outros idiomas, inclusive o FRANCÊS.

Bom, mas entre uma parada e outra conferi meus inúmeros emails, entre eles muitos "spams" tentando me seduzir com prêmios milionários, órfãos de famílias Africanas que possuem milhares de dólares americanos confinados em Bancos que me oferecem porcentagem desses dólares (Só gargalhando mesmo, esses "171's" virtuais!), bem que gostaria que fosse verdade, mas, entre esses emails, ha outros, dezenas deles relacionados à HOTELARIA e o  TURISMO e eis que achei no meio destes uma agradável reportagem sobre meu bom e competente amigo JARBAS FAVORETTO que já mencionei aqui diversas vezes.

Quero dedicar esse pequeno texto de hoje a ele, atual Presidente da AMITUR - Associação dos Municípios de Interesse Cultural e Turístico e agora com mais essa conquista na sua extensa e longeva carreira junto ao TURISMO NACIONAL.

Transcrevo abaixo a matéria devidamente assinada, pelo jornalista responsável:

Home Page

Jarbas Favoretto presidente do
CONCNTur São Paulo
O jornalista Jarbas Favoretto, presidente da AMITUR – Associação dos Municípios de Interesse Cultural e Turístico, foi empossado no dia 9 de fevereiro de 2012 na presidência do CONCNTur – Conselho das Entidades de Turismo do Estado de São Paulo da CNTur, pelo presidente desta, Dr. Nelson de Abreu Pinto, por seu  vice presidente Michel Tuma Ness, da Fenactur e pelo empresário Guilherme Paullus, da CVC. O ato foi prestigiado por várias entidades turísticas do Estado de São Paulo, Políticos, Associações e Sindicatos que compõem a base do turismo do Estado de São Paulo.

A solenidade ocorreu durante o Workshop & Trade CVC 2012, no Trade Center Norte São Paulo, comandado pelas filiadas à CNTur: -FENACTUR (Federação Nacional do Turismo), FHORESP (Federação de Hoteis, Restaurantes, Bares e Similares do Estado de São Paulo), FENERC (Federação Nacional de Empresas de Refeições Coletivas). O Secretário é Virgílio Nelson Carvalho.
Um dos destaques do prestígio político de Jarbas Favoretto foi registrado através do pronunciamento de três deputados paulistas – Célia Leão (Presidente da Frente Parlamentar  de Apoio ao Turismo Paulista, da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo), João Caramez (Presidente da Frente Parlamentar da Hidrovia Tietê-Paraná) e Itamar Borges (Presidente da Comissão Parlamentar de Atividades Econômicas – Turismo,  e,  Coordenador da Frente Parlamentar de Emprendedorismo). Também presente a diretora da São Paulo Turismo, Luciane Leite. Foi destacada a luta de Jarbas Favoretto pelo desenvolvimento do turismo paulista, que data há mais de 40 anos. A saudação oficial, em nome da CNTur foi feita pelo presidente do CENTur, Mário Beni e do presidente de honra desse Conselho, Guilherme Paulus, do presidente da FENACTUR, Michel Tuma Ness, além de outras manifestações de líderes do Turismo de São Paulo.

MTb- 32.511





Caro amigo e mentor, deixo aqui essa homenagem, juntamento com meus sinceros parabéns por mais esse título, merecedor pelos seus feitos junto ao TURISMO nacional e principalmente pelo Estado de São Paulo.

Que você permaneça ainda muito tempo conosco, incentivando aqueles que lutam pelo PROFISSIONALISMO DO TURISMO, a lutar mais ainda, para que nosso país chegue a excelência nessa área tão carente de seriedade e ética, que também exista ISO para o TURISMO, HOTELARIA e afins.

Minha saudação e meu respeito e ainda meu sentimento, por não ter participado dessa solenidade tão importante para o TURISMO de São Paulo e do Brasil!

Mazal Tov!

"Existe um talento social que pode servir como o seu atributo mais forte em uma entrevista de emprego. Na vida pessoal, ele faz com que as pessoas se apaixonem por você e o procurem por propósitos que estendem-se desde ser convidado de honra para jantar até casar; e nos negócios ele ajuda mais que qualquer outra qualificação, com a possível exceção de ser o filho mais velho do dono da empresa. Este talento é o entusiasmo. Um aspecto de vitalidade e felicidade, um interesse no mundo e um ímpeto de participar da vida, é o que é chamado de charme no meio social; mas no mundo do trabalho é chamado de competência."
( Judith M. Knowlton )

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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

ATITUDE, LEI 7862, PROFISSIONALIZAÇÃO!

Cruzeiro IBERO CRUISE LINES.

Olá galera do Turismo, Hotelaria, A&B, Recreação e Lazer, Educação Física para o Turismo, e obrigado àqueles que passam por aqui para dar uma "espiada" nas minhas postagens, que geralmente escrevo nas madrugadas de domingo para segunda, devido às minhas constantes insônias.

É verdade que não tenho produzido muito, apesar da variedade e quantidade de assuntos pertinentes a área que poderia publicar aqui e a quantidade de arquivos que tenho, mas na verdade eu não tenho estado muito motivado ou inspirado para escrever, ou falar, aqui ou em outro  lugar, interessante que recebi um email de um amigo que fala justamente de uma enfermeira que aconselhou muitas pessoas em seus últimos dias de vida e escreveu um livro com os cinco arrependimentos mais comuns das pessoas antes de morrer (Credo).

Bronnie Ware é um enfermeira que passou muitos anos trabalhando com cuidados paliativos, cuidando de pacientes em seus últimos três meses de vida. Em "The Top Five Regrets of the Dying" (Top Cinco Arrependimentos Daqueles que Estão Para Morrer", ela conta que os pacientes ganharam uma clareza de pensamento incrível no fim de suas vidas e que podemos aprender muito desta sabedoria...

Pela ordem eles estão assim descritos no livro:


1. Eu gostaria de ter tido a coragem de viver a vida que eu quisesse, não a vida que os outros esperavam que eu vivesse

2. Eu gostaria de não ter trabalhado tanto

3. Eu queria ter tido a coragem de expressar meus sentimentos

4. Eu gostaria de ter ficado em contato com os meus amigos

5. Eu gostaria de ter me permitido ser mais feliz.

Enfim, eu particularmente devo estar entre o item 1 e o 3, nesse momento, mas acredito, que a maioria deles faz parte da vida de qualquer ser humano e que devemos tomar alguma atitude e não esperar a morte (Credo, de novo) para arrependermo-nos.

E pensando assim, resolvi escrever aqui hoje, mesmo com meu atual estado de espírito, ao menos já é uma atitude em relação a ele.

Eu estava procurando algo nos meus arquivos e encontrei esse Projeto de Lei de 2005 alterando a Lei 7862 de 1º de junho de 1992 que acho que poderia ser útil para aqueles que se interessam por "caminhos" para obterem recursos para seus municípios:


PROJETO DE LEI Nº 395,  DE 2005 
Altera a redação do artigo 6º da Lei n.º 7.862, de 1º de junho de 1992, que estabelece normas de funcionamento do Fundo de Melhoria das Estãncias e fixa critérios para transferência e aplicação de seus recursos. 

A ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO DECRETA: 

Artigo 1º - O artigo 6º da Lei n.º 7.862, de 1º de junho de 1992, passa a vigorar com a seguinte redação:
     “Artigo 6º – Nos municípios estâncias que constituírem fundo municipal de desenvolvimento do turismo, a transferência dos recursos de que trata esta lei será efetuada diretamente a este fundo, sem necessidade de celebração de convênio”. 
     §1º - Os recursos do fundo municipal de desenvolvimento do turismo serão aplicados na implementação de programas de urbanização, melhoria e preservação ambiental, voltados para o desenvolvimento do turismo nas estâncias de qualquer natureza. 
     §2º - A utilização dos recursos financeiros do fundo municipal será supervisionada por um conselho municipal de turismo, constituído por membros do Executivo Municipal e da sociedade civil, a quem caberá elaborar, aprovar e acompanhar os programas voltados ao desenvolvimento do turismo.
     
     §3º - A transferência dos recursos para os municípios estâncias que não constituírem fundo municipal de desenvolvimento do turismo será formalizada mediante convênios específicos, celebrados entre o Estado e os municípios estâncias, onde serão realizados as obras e serviços de comprovado interesse turístico. 
§ “4º - A transferência de novos recursos aos municípios estâncias que tenham celebrado ajuste anterior, fica condicionada à prestação de contas dos anteriormente recebidos e à comprovação do cumprimento das obrigações assumidas.” 

Artigo 2º - Esta lei entra em vigor na data de sua publicação. 

JUSTIFICATIVA 
     O § 1º do artigo 146 da Constituição do Estado de São Paulo prevê que o Estado manterá, na forma que a lei estabelecer, um Fundo de Melhoria das Estâncias, com o objetivo de desenvolver programas de urbanização, melhoria e preservação ambiental das estâncias de qualquer natureza.
     O referido dispositivo prevê ainda no § 2º, cuja redação foi dada pela Emenda n.º 4, de 18 de dezembro de 1996, que este Fundo terá dotação orçamentária anual nunca inferior a dez por cento da totalidade da arrecadação dos impostos municipais dessas estâncias, no exercício imediatamente anterior, devendo a lei fixar critérios para transferência e aplicação desses recursos.
     É justamente a Lei nº 7.862, de 1º de junho de 1992, que estabelece normas de funcionamento do Fundo de Melhoria das Estâncias e fixa critérios para a transferência e aplicação desses recursos.
     O referido diploma legal dispõe no artigo 5º que a transferência e aplicação dos recursos do fundo obedecerão os seguintes critérios: a) 50% do total do orçamento anual, distribuídos de forma igualitária entre todas as estâncias; b) 50% restantes distribuídos proporcionalmente, segundo o percentual de formação de receita provenientes da arrecadação dos impostos municipais das estâncias.
     Ocorre, porém, que a distribuição tal qual estabelece a lei não vem sendo cumprida.
     Em verdade, o Departamento de Apoio ao Desenvolvimento das Estâncias - DADE – vem utilizando o total de 100% do orçamento do Fundo, através de assinaturas de convênios, sem atentar as previsões legais para a distribuição, beneficiando algumas estâncias em detrimento de outras.
     Em resposta ao Requerimento de Informação n.º 197/2004, o Governo Estadual informou que foram pagos aos municípios estâncias, entre 2000 e 2003, o montante de R$ 191.567.993,45 (cento e noventa e um milhões, quinhentos e sessenta e sete mil, novecentos e noventa e três reais e quarenta e cinco centavos).
     Considerando o dispositivo legal já mencionado, que estabelece que a distribuição de 50% do valor orçado deve ser feita de forma igualitária entre todas as estâncias, metade deste valor, ou seja, aproximadamente R$ 95.783.996,00 (noventa e cinco milhões, setecentos e oitenta e três mil e novecentos e noventa e seis reais), deveria ter sido dividida entre os 67 municípios estâncias, o que resultaria na quantia de R$ 1.429.611,00 (um milhão, quatrocentos e vinte e nove mil e seiscentos e onze reais) para cada um neste período.
     No entanto, neste período, Avaré recebeu apenas R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais), Paranapanema recebeu R$ 470.000,00 (quatrocentos e setenta mil), São Luiz do Paraitinga recebeu R$ 679.660,00 (seiscentos e setenta e nove mil e seiscentos e sessenta reais), enquanto Bertioga recebeu R$ 4.877.377,46 (quatro milhões, oitocentos e setenta e sete mil, trezentos e setenta e sete reais e quarenta e seis centavos), São Vicente recebeu R$ 8.443.021,35 (oito milhões, quatrocentos e quarenta e três mil, vinte e um reais e trinta e cinco centavos), Guarujá recebeu R$ 15.360.536,00 (quinze milhões, trezentos e sessenta mil e quinhentos e trinta e seis reais) e Santos recebeu R$ 23.840.149,00 (vinte e três milhões, oitocentos e quarenta mil e cento e quarenta e nove reais).
      Resta, portanto, evidente o favorecimento que algumas estâncias têm recebido em relação a outras, cujos repasses na forma que tem sido feito não atende à legislação mencionada.
     As Leis Orçamentárias dos últimos anos previam o repasse de recursos do Fundo de Melhoria das Estâncias para os municípios estâncias, na forma da lei, porém, estes repasses não vêm sendo efetuados na sua integralidade.
     No ano de 2002, do orçado do Fundo de Melhoria das Estâncias no valor de R$ 73.739.660,00 (setenta e três milhões, setecentos e trinta e nove mil e seiscentos e sessenta reais), o DADE somente repassou aos municípios estâncias a quantia de R$ 48.739.137,00 (quarenta e oito milhões, setecentos e trinta e nove mil e cento e trinta e sete reais).
     Em 2003 foi orçado o montante de R$ 85.821.364,00 (oitenta e cinco milhões, duzentos e vinte e um mil e trezentos e sessenta e quatro reais), dos quais foi repassado apenas R$ 397.672,00 (trezentos e noventa e sete mil e seiscentos e setenta e dois reais).
     Já no ano de 2004 foi orçado o valor de R$ 100.678.694,00 (cem milhões, seiscentos e setenta e oito mil e seiscentos e noventa e quatro reais), dos quais foi pago apenas R$ 2.438.530,00 (dois milhões, quatrocentos e trinta e oito mil e quinhentos e trinta reais).
     Durante a posse do Secretário de Turismo, no último dia 13, o Governador Geraldo Alckmin prometeu regularizar o repasse de verba do DADE, justificando que o atraso se dá em razão do crescente número de estâncias turísticas, pois cada município que é transformado em estância agrega despesa anual de aproximadamente R$ 2.000.000,00 (dois milhões) ao Estado.
     Esta justificativa não condiz com a realidade, pois apesar dos inúmeros projetos de lei que tramitam na Assembléia Legislativa de São Paulo, desde de julho de 2003 nenhuma nova estância foi criada no Estado.
     Assim, a retenção dos valores a serem repassados pelo DADE aos municípios estâncias não está relacionada com a criação de novas estâncias.
     O turismo como atividade sustentável é um conceito que se difunde nos municípios prioritários para o desenvolvimento do turismo, destacando-se aqueles classificados como estâncias.
     A situação dos municípios estâncias tem sido uma preocupação constante como forma de concretizar o desenvolvimento do turismo no Estado de São Paulo, o que envolve planejamento, projetos, programas e ações contínuas, sendo que os recursos do Fundo de Melhoria das Estâncias precisam estar disponibilizados para os municípios estâncias, nos termos que prevê a lei.
     O turismo no Estado de São Paulo tem seu desenvolvimento atrelado à iniciativa privada, que responde pela realização de feiras nacionais e internacionais, congressos, exposições, eventos de moda e outros.
     O ecoturismo, o patrimônio cultural e o turismo de aventura dependem, exclusivamente, de programas isolados da iniciativa privada e de algumas prefeituras municipais.
     O DADE tem se mostrado um órgão demasiadamente burocrático, quando da análise de convênios voltados ao repasse dos valores legais. Seu quadro de pessoal é insuficiente para atender as demandas dos municípios estâncias com a agilidade que a matéria requer.
     Desta forma, a presente propositura tem como objetivo simplificar o sistema de repasse de recursos garantidos por lei às estâncias do Estado, estabelecendo que, naqueles municípios onde houver instituído Fundo Municipal de Desenvolvimento ao Turismo, a liberação destes recursos se dará diretamente, através de transferência do Fundo Estadual ao Fundo Municipal, sem a necessidade de celebração de convênios.
     Assim, a descentralização da análise dos projetos e a capacitação técnica dos municípios através dos conselhos municipais de turismo, certamente trarão agilidade e maior rapidez aos mecanismos de repasse a que as estâncias paulistas têm direito.

     Para tanto, conto com o apoio dos nobres pares na aprovação da presente propositura. 

Sala das Sessões, em 16/6/2005 

a) Donisete Braga - PT

Pois é, vocês repararam na quantidade de "grana" ? Então, aí é que está o "X" da questão. 

A "grana" existe sim, não só no DADE (Departamento de Apoio e Desenvolvimento das Estâncias - http://www.turismo.sp.gov.br/dade/o-que-e-o-dade.html), mas também em emendas parlamentares, e em diversos convênios de diversos Ministérios, inclusive o do TURISMO, através do SICONV (Sistema de Convênios do Governo Federal - https://www.convenios.gov.br/portal/) e ainda BNDES (http://www.bndes.gov.br/SiteBNDES/bndes/bndes_pt/Areas_de_Atuacao/Comercio_Servicos_e_Turismo/) e etc.


O grande problema é que faltam profissionais que conheçam as técnicas para ir "buscar" esse dinheiro, que tenham acesso ao SICONV e que saibam sobretudo montar projetos de turismo, além da grande burocracia que ainda existem nas prefeituras, porém, o ideal seria um especialista por pasta, pois são muitos os contratos e emendas parlamentares disponíveis.

Não vou me aprofundar nesse assunto, por que já é uma boa dica para quem busca recursos para seus projetos, mesmo que sejam da iniciativa privada, pois, estes órgãos não favorecem somente as Instituições Públicas, basta um CNPJ!

Quero dizer com isso, que existem muitos recursos disponíveis e pasmem vocês que sobra dinheiro no Ministério de Turismo por falta de bons e bem escritos projetos ou quem saiba que eles existem, fazendo valer da  minha insistência nesse assunto PROFISSIONALIZAÇÃO DO TURISMO E SEUS SEGMENTOS.


Boa semana!!
Shavua tov!!!



"Esta é a mais dolorosa de todas as doenças humanas: dispor de todo o conhecimento e ainda não ter nenhum poder de ação. "
( Heródoto )

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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

QUANDO VOCÊ CONVERSA SOBRE TURISMO, VOCÊ SABE DO QUE FALA?



Péppe de Paula e a veterana e amiga
Diretora da Secretaria de turismo de SP -
Dora Gimenez
Alo turistas, viajantes, estudantes de turismo, hotelaria, educação física voltada para empreendimentos de turismo e lazer, resorts, trade e empresários dos setores mencionados, mais uma semana por aqui neste "nosso" cantinho para divulgar um texto que escrevo com muito carinho semanalmente, quando posso, pois se pudesse escreveria todos os dias, mas todos temos que trabalhar e se um dia conseguir viver só disso ou as consultorias ou palestras aparecerem, aí prometo que produzirei muito mais do que somente uma vez por semana.

No texto de hoje farei um agradecimento àqueles que postam algum comentário ou enviam algum email sobre o que escrevo  ou sobre os "guest posts" que me enviam e é um grande prazer colocá-los aqui. Olha! muito obrigado mesmo, por compartilharem, me divulgarem e me apoiarem e me comprometo a sempre responder seus comentários ou emails ou ainda de qualquer um que me envie solicitação sobre qualquer assunto relacionado neste blog.


A "conversa" de hoje abrange uma análise do proposto  entre duas leituras que fiz, uma no blog do meu amigo e consultor Eduardo Faraco, http://opousadeiro.blogspot.com/, um texto que fala das diferenças entre um hoteleiro e dono de hotel (Recomendo a leitura) e o outro da minha mais nova amiga "blogueira" , Silmara Colombo, http://www.deturistaaviajante.com (Igualmente recomento de tão interessante que é) , que me enviou um texto como "guest post" que publicarei abaixo, intitulado "Turista ou Viajante?", mas antes farei um comentário sobre a comparação dessas situações que norteiam o turismo no Brasil, infelizmente, o que nos conota como não muito profissionais.

O foco desses dois assuntos na minha análise é a falta de conhecimento na etimologia ou no sentido das palavras que permeiam o mundo do turismo e hotelaria o que é muito bem explicado pelo consultor e pela "blogueira" nos seus respectivos textos, porém o que quero dizer é que são muitas, mas muitas pessoas mesmo que  pensam ser entendidas ou experts nesses assuntos, que conhecem tudo sobre turismo e hotelaria e na verdade não sabem o significado das palavras. Caem literalmente de "paraquedas", dando palpite em áreas completamente diferentes as suas de origem (ou não), pois acreditam ter conhecimento do turismo e segmentos, da hotelaria e da própria Lei que rege o Turismo Tupiniquim (Lei 11.771 de 17 de setembro de 2008), que é recente, haja vista a falta de profissionalismo que vigorava e a falta de organização (Mas não melhorou muito), pois sabe-se que o turismo tem o início de sua história pelos idos de 1845 no mundo.

A palavra turismo é decorrente da palavra inglesa  tourims, originária de  tourisme (língua francesa). Etimologicamente, o significado da palavra francesa  tour, derivada do latim “tornare” e do grego ”tornos”, corresponde a um giro ou um círculo. Quando a palavra tour foi transposta para o inglês seu significado passou a ser especificamente “um giro”. Com a adição do sufixo “isme” (definido como uma ação ou processo), a palavra tourisme passou a representar a ação de um movimento ao redor de um círculo (THEOBALD, 1997 apud BARBOSA, 2002).

Bom! Não vou construir um compêndio acadêmico aqui para explicar algo sobre a matéria e sim chamar atenção daqueles que gostam de falar sobre turismo e seus segmentos, que procurem se informar melhor, pois quando forem dizer, por exemplo, que TURISMO e VERANISMO é a mesma coisa (Escreverei sobre a diferença em outro texto no futuro) por aí afora ou nas comunidades do Facebook, estarão certamente "pagando um mico" enorme!


Voltando ao assunto o consultor Eduardo Faraco termina o seu texto com uma pergunta para seus leitores e imagino que faça essa mesma pergunta a seus consultantes, sobre o real conhecimento deles, se eles são hoteleiros ou donos de hotel?

Já a Professora Silmara Colombo explicou os significados e diferenças de Turista e Viajante muito propriamente e manifestou algumas opiniões, como vocês poderão ler a seguir:

GUEST POST

Turista ou Viajante?

Quando comecei meu blog me sentia nessa etapa de transição por isso o batizei De Turista a Viajante. Mas existem mesmo diferenças? A meu ver sim, e acredito que a grande maioria dos atuais viajantes já foram turistas um dia, mas nem todos admitem isso.

O turista comprou o pacote turístico e não se lembra nem do nome do hotel onde se hospedará, pois deixou tudo por conta de seu agente de viagem. Chegando ao destino escolhido vai contratar outro pacote para a semana toda numa agência local de receptivo e relax total, sombra e água fresca. Considero muito válida essa forma de viajar, só é um pouco mais cara que ser viajante.

O viajante pesquisa muito sobre o destino antes da viagem e aprende a se localizar na cidade, inclusive usando meios de transporte como ônibus e metrô. Compra suas passagens e reserva hotel pela internet e quando alguma coisa não sai como o esperado fica sem ter a quem recorrer, principalmente quando se trata de viagens internacionais.

Qual o ideal? Unir o que há de melhor nas duas categorias.

Ser turista quando é mais barato comprar o pacote com aéreo, hotel, traslados e ainda dividir em 10 vezes que reservar o hotel por conta própria pagando 50% da estadia a vista. Ou contratar uma agência de receptivo quando há muito mais comodidade em ser pego e deixado na porta do hotel que em pegar 2 ônibus coletivos para economizar alguns reais.

Ser viajante e não utilizar nada além do que foi contratado no pacote e sim fazer seu próprio roteiro. Integrar-se ao dia a dia da cidade que visita misturando-se aos nativos e desprendendo-se dos roteiros meramente turísticos. Conhecer aquele lugarzinho especial que guia nenhum indica porque lá não ganhará comissão.

Não consigo entender algumas críticas ao ‘turismo de massa’, não vejo nenhum problema em ser turista e se hoje me considero um pouco mais viajante é porque aprendi muito viajando por pacotes turísticos e auxiliada por agentes e guias de turismo.

Como está acontecendo essa ‘metamorfose’ você lê no blog http://www.deturistaaviajante.com

Por Silmara Colombo



Parabéns aos dois pela qualidade dos blogs, recomendo mais uma vez a todos, garanto que será uma leitura muito rica para aqueles que gostam e queiram falar sobre turismo, hotelaria, alimentos e bebidas com propriedade.

Finalizando a análise sobre o foco do texto de hoje, o que se observa é um grande amadorismo na condução e gestão do turismo e seus diversos segmentos em todas as esferas públicas ou privadas salvo poucos empreendimentos ou políticas públicas de sucesso que fazem de seus empreendimentos ou autarquias públicas, autossuficientes e sustentáveis.

A organização do TRADE é fundamental, cooperativismo e associativismo do terceiro setor é estratégico e a profissionalização e implantação de políticas públicas para o setor é o alavancador e a sustentabilidade é permanência da auto-suficiente e perene economia de um município ou região!

Até a próxima!

"Para adquirir conhecimento, é preciso estudar; mas para adquirir sabedoria, é preciso observar."
( Marilyn vos Savant )


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